Rafa Matos agradece apoio da torcida após título no Rio Open: “Arrepiava o corpo inteiro”

Por Marcela Linhares - February 25, 2024
Rafael Matos Nicolas Barrientos
Bruno Alencastro/Bola Amarela

Após marcar seu nome na história por se tornar o primeiro brasileiro a conquistar um título no Rio Open, Rafael Matos garantiu retornar ao top 50 enquanto seu parceiro, Nicolas Barrientos, conquistou o maior troféu da carreira.

Durante a cerimônia de premiação, o colombiano foi o primeiro a fazer o discurso. Com bom humor, Nico, como é carinhosamente chamado, elogiou o público falando que a sensação é indescritível. “É a minha primeira vez neste torneio e a verdade é que quero jogar em todos os anos em que seguir a minha carreira”, começou. Por fim, protocolar, agradeceu aos patrocinadores, a todos envolvidos na organização e finalizou agradecendo não só sua equipe, mas também a esposa: “Esse triunfo também é seu”.

Rafa também enalteceu a importância da torcida durante a decisão: “Estava literalmente de arrepiar em quadra. Como o Nico [Barrientos] bem falou, quando vocês estavam gritando o nosso nome, estava bem emocionante. Arrepiava o corpo inteiro. Não sei nem o que falar”.

Assim como o colombiano, o gaúcho agradeceu os patrocinadores, seguiu parabenizando os austríacos pela grande semana enaltecendo que são um grande time. Matos incluiu seu técnico no discurso comentando sobre os desafios na carreira e soltando um “A gente merece!”. Por fim, mas não menos importante, falou sobre os familiares que estiveram nas arquibancadas para prestigiá-lo: “Ter vocês comigo neste momento são das coisas na vida que não tem preço. Obrigado por fazerem disso aqui ainda mais especial” e encerrou agradecendo o parceiro Barrientos: “Obrigado por acreditar nesta parceria quando eu te chamei”, concluiu.

Este é o primeiro título do brasileiro ao lado do colombiano em parceria que começou no início desta temporada.

Me formei em jornalismo em 2019 pela FACHA - faculdade localizada no Rio de Janeiro. Depois de cursos sem sucesso, me descobri no jornalismo e escolhi estudar com objetivo de seguir o tênis. Estagiei na CNN durante a Olimpíada no Rio, escrevi sobre o esporte em sites colaborativos e não me vejo fazendo outra coisa. Em 2020 fiz pós graduação em jornalismo esportivo e sigo na área desde então passando por colaborações na VAVEL, UOL, Revista Tênis e hoje no Bola Amarela.
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