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Preparador físico de Rune pede calma na recuperação: «O correto é abrandar o ritmo»
Holger Rune continua a fazer de tudo para recuperar da sua grave lesão no tornozelo, no entanto, existe uma preocupação cada vez maior relativamente aos ‘excessos’ do dinamarquês em apressar esse regresso.
E as palavras de Marco Pachini, preparador físico de Rune, demonstram isso mesmo. O italiano elogiou o compromisso do dinamarquês mas também admitiu que é necessário baixar o ritmo.
ELOGIOS A RUNE E ASPETOS QUE PRECISOU DE MELHORAR
O Holger é um jovem com um potencial enorme. Explosivo, coordenado, com um instinto natural muito forte. Mas tende a gastar demasiada energia, sobretudo quando não é necessário. A primeira tarefa foi ajudá-lo a geri-la.
MOTIVOS QUE LEVARAM À GRAVE LESÃO
Quando cheguei, o Holger estava a passar por um período difícil. Não havia uma lesão ‘grave’, mas sim uma combinação de fatores: fadiga, compensações, pequenas rigidezes que limitavam a sua expressividade. O corpo dele estava a enviar sinais claros. Para alguém como ele, que baseia o seu ténis na velocidade e na capacidade de mudar de direção, mesmo menos 10% de eficiência torna-se uma grande limitação. Se o corpo não responde, tudo muda: a postura, o apoio, os tempos de reação. Movia-se, mas não da forma que sabe e pode mover-se.
PANICHI PEDE CALMA
Restabelecemos a ordem. Primeiro na gestão da carga, depois na qualidade do movimento. O Holger tende sempre a dar tudo, mas quando é necessário recuperar, é preciso disciplina: progressão, intensidade controlada, respeito pelos tempos. Em certos momentos, o correto é abrandar o ritmo.
CHAVE PARA RECUPERAR
A chave está em recuperar a simetria, o equilíbrio e a confiança nos seus movimentos. Um atleta explosivo como ele precisa de sentir o corpo ‘livre’. Quando volta a confiar no apoio e na aceleração, tudo muda. Volta a mover-se como quer. Voltou a sentir a fluidez do corpo. É jovem, reage bem e aprende rápido. A chave é capacitá-lo para expressar a sua intensidade, mas com eficiência.
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