Polónia ainda acredita na reviravolta: «As coisas podem mudar muito rápido»

Por Pedro Gonçalo Pinto - March 4, 2022
Federação Portuguesa de Ténis/Miguel Pinto

A Polónia entrou mal no playoff do Grupo Mundial da Taça Davis diante de Portugal, ao perder os dois primeiros singulares, mas o capitão Mariusz Fyrstenberg, bem como Kacper Zuk Kamil Majchrzak, ainda acredita na reviravolta no Complexo de Ténis da Maia.

Mariusz Fyrstenberg 

“Não estou nada desapontado. Deixámos tudo em court. O resultado é o que é. Já joguei muitas Taças Davis com 2-0 ou 0-2 e as coisas podem mudar muito rápido. Estou feliz pelo facto de os rapazes terem dado 100 por cento em campo.”

“Podia estar 2-0 para a Polónia. Foi divertido assistir, talvez não na minha posição. As condições são difíceis. Têm um bom público. Depois é muito lento e isso estava a prejudicar os vossos tenistas. Mas soube bem.”

“Posição em relação à guerra na Ucrânia? Eles são um povo nosso irmão. Isto de jogar ténis é muito divertido mas nada se compara com o que está a acontecer na Ucrânia.”

Kacper Zuk

“O público ajudou João Sousa muito, especialmente no início do terceiro set. Estava a perder 1-0, ganhei dois jogos e nesse momento ele estava chateado pela forma como as coisas estavam a correr. O público ajudou-o muito e começou a jogar cada vez melhor no terceiro set. Foi um bom encontro da minha parte, uma grande luta. Estou orgulhoso de mim próprio e espero ter momentos assim mais vezes.”

Kamil Majchrzak

“Depois de um arranque lento, Nuno mostrou um grande ténis e com os adeptos e a tática em court, ele subiu mesmo de nível. Tem um grande ténis. É difícil para mim neste momento porque o encontro acabou há pouco tempo, mas tenho de ficar concentrado e ficar com esperança para amanhã. Ainda é possível ganhar, mas se ele continuar a jogar assim vai subir muito no ranking.”

“Foi um bom encontro, com grande luta. Este encontro teve tudo. Reviravoltas… O nível foi alto. Lamento algumas pancadas e algumas decisões, mas o ténis é assim.”

O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt
Bola Amarela
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.