Pegula critica a velocidade dos courts em Cincinnati: «Preferia como eram antes»

Por Rodrigo Caldeira - August 19, 2026
pegula

Finalista em Washington, oitavos de final em Toronto e, para já, oitavos de final em Cincinnati. Estes são os resultados que Jessica Pegula tem conseguido na sua fase preferida da temporada, aquela em que costuma apresentar a sua melhor versão dentro do court.

Um court onde o jogo está a tornar-se mais lento, devido às condições mais pesadas. A norte-americana falou sobre este e muitos outros temas numa entrevista ao Tennis Channel, depois de derrotar Emma Navarro no seu último encontro.

Antes de defrontar Sorana Cîrstea nos oitavos de final, a tenista de Buffalo falou sobre as suas ambições para o próximo US Open, as sensações que tem vivido nestes últimos torneios e a sua forma de lidar com as derrotas mais difíceis.

CRITICA ÁS CONDIÇÕES 

“Prefiro um pouco mais os courts rápidos. Lembro-me de que, há alguns anos, especificamente no ano em que cheguei à final, foram realmente rápidos durante algumas temporadas. Agora já não são tanto, mas acho que continuam a ser relativamente rápidos. Depois da mudança para a Wilson, com a bola normal que é utilizada no circuito feminino, a bola ganha bastante velocidade. Gosto de condições mais rápidas, embora, por vezes, sinta que é difícil controlá-las. Entre Washington, Toronto e agora aqui, temos de tentar adaptar-nos à forma como o court joga em cada condição. E depois, quando chegarmos a Nova Iorque, também será diferente. Quando consigo avançar no torneio, tendo a preferir condições mais leves e rápidas.”

LIDAR COM AS DERROTAS 

“Foi uma mudança muito rápida de Washington para Toronto. Sinceramente, antes de Washington, tive muito pouca preparação. Não me estava a sentir muito bem, estava doente, mas continuei a ganhar jogos. Estava calor e senti-me um pouco exausta quando cheguei a Toronto. Para mim, o mais importante é a forma como consigo recuperar fisicamente; quero que a minha movimentação seja muito melhor, por isso trabalhámos nesse aspeto durante a semana. Precisava de recuperar as pernas e também alguma capacidade atlética, porque não estava a trabalhar tanto no court, por isso essa foi uma prioridade. Não tentei pensar demasiado em Toronto. Acho que temos de ter uma memória curta e mudar o foco quando chegamos a uma nova cidade.”

CHEGAR BEM AO US OPEN 

“Depende sempre de como correr esta semana, mas não vou jogar na semana anterior ao US Open. Vou estar em Nova Iorque durante toda essa semana, que é o que tenho feito nos últimos anos, e tem funcionado muito bem para mim. Vou tentar tirar partido disso, apesar de estar a disputar um torneio aqui; continuo a tentar trabalhar alguns aspetos, sair para servir um pouco mais ou melhorar determinadas coisas que acho que precisam de ser trabalhadas depois das últimas semanas. Apesar de querermos ter bons resultados no torneio, para mim é importante sentir sempre que estou a evoluir. Nada parece perfeito, e isso é perfeitamente normal quando estamos num encontro. Mas gosto de trabalhar nos aspetos que posso melhorar e espero ver progressos durante este torneio e manter esse ímpeto até ao US Open.”

  • Categorias:
  • WTA
Apaixonado por desporto no geral, o ténis teve sempre presente no topo da hierarquia. Mas foi precisamente depois de assistir à épica meia-final de Wimbledon em 2019 entre Roger Federer e Rafael Nadal, que me apaixonei e comecei a acompanhar de perto este fabuloso desporto. Atualmente a estudar Ciências da Comunicação na Universidade Autónoma de Lisboa.
Bola Amarela
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.