Os recordes de precocidade que Sinner alcançou ao conquistar o seu segundo Wimbledon

Por Rodrigo Caldeira - July 13, 2026

Jannik Sinner continua a acumular registos que o aproximam das maiores lendas do ténis. O italiano conquistou este domingo o seu segundo Wimbledon consecutivo, ao derrotar Alexander Zverev, e além de somar o quinto título do Grand Slam da carreira, atingiu uma marca muito especial: as 100 vitórias em torneios major. Um feito que o transforma no 38.º jogador da Era Open a alcançar a centena de triunfos em Grand Slams.

O mais impressionante não é apenas a marca em si, mas a rapidez com que a conseguiu. Sinner chegou às 100 vitórias em Grand Slams com 24 anos e 330 dias, tornando-se o oitavo jogador mais jovem da história a alcançar esse número. Apenas sete autênticas lendas do desporto foram mais precoces: Björn Borg, Boris Becker, Mats Wilander, Rafael Nadal, Novak Djokovic, Pete Sampras e Roger Federer.

O italiano ultrapassa, nesta classificação, nomes históricos como Stefan Edberg e Jim Courier, confirmando que o ritmo a que está a construir a sua carreira é comparável ao dos maiores jogadores de todos os tempos.

A sua progressão também fica evidente ao comparar o número de títulos do Grand Slam conquistados à mesma idade. Com 24 anos e 330 dias, Sinner já soma cinco troféus do Grand Slam, um registo que, nessa idade, apenas era superado por Björn Borg (10), Rafael Nadal (9), Roger Federer (8), Carlos Alcaraz (7), Pete Sampras (7) e Mats Wilander (7).

Além disso, iguala os cinco títulos que Novak Djokovic, Boris Becker e John McEnroe tinham quando contavam exatamente a mesma idade, colocando-se entre os nomes mais ilustres da história do ténis.

Com apenas 24 anos, o número um do mundo continua a bater recordes de precocidade e a reforçar a ideia de que o seu palmarés está ainda muito longe de atingir o seu verdadeiro potencial. Desde o início de 2024, Sinner conquistou os cinco títulos do Grand Slam que soma atualmente e já tem os olhos postos em aumentar ainda mais esse número.

Apaixonado por desporto no geral, o ténis teve sempre presente no topo da hierarquia. Mas foi precisamente depois de assistir à épica meia-final de Wimbledon em 2019 entre Roger Federer e Rafael Nadal, que me apaixonei e comecei a acompanhar de perto este fabuloso desporto. Atualmente a estudar Ciências da Comunicação na Universidade Autónoma de Lisboa.
Bola Amarela
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