Novak Djokovic, um dos melhores de todos os tempos, celebra 33 anos

Por José Morgado - May 22, 2020
eusebio

22 de maio é uma data especial para a história do ténis mundial, uma vez que foi nesse dia que nasceu aquele que é já considerado um dos melhores tenistas de todos os tempos. Nascido num clima de conflito na capital da (então) Jugoslávia, Belgrado, Nole lidera a geração de ouro do ténis sérvio, que contou ainda com outra campeão de Grand Slam e número um do Mundo — a sua boa amiga Ana Ivanovic — e uma outra líder WTA, Jelena Jankovic.

No dia em que completa 33 anos, Djokovic está muito perto de chegar ao topo da história da modalidade: tem 17 títulos do Grand Slam (só há dois homens com mais, Roger Federer e Rafael Nadal) e 282 semanas no topo do ranking ATP (também só há dois jogadores com mais, Federer e Pete Sampras). Tudo isto… numa geração que conta com Federer e Nadal e tendo vantagem no confronto direto… diante de ambos. E sim, Djokovic não esconde que quer ser o melhor de todos os tempos.

Capaz de derrotar Federer em Wimbledon e Nadal em Roland Garros, Djokovic é também o único tenista da história a ter vencido todos os títulos de categoria Masters 1000 — fechou o ciclo em Cincinnati 2018, aos 31 anos –, numa carreira que conta ainda com cinco títulos nas ATP Finals (só Federer tem mais) e cinco temporadas fechadas no topo da hierarquia (tantas quanto Federer e Nadal e menos uma do que Sampras).

Com 79 títulos de singulares no palmarés (os últimos dois em 2020 — Australian Open e Dubai), Djokovic tem uma ligação especial com Portugal, tendo recebido das mãos de Eusébio o título do Estoril Open 2007. Tinha apenas 19 anos. Parece que foi ontem…

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Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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