Monfils deixa o legado nas mãos das próximas gerações: «O tempo dirá tudo»
Gael Monfils aproxima-se do último Grand Slam da carreira, mas, quando questionado sobre o legado que deixa no ténis, o francês prefere não fazer grandes proclamações.
“O meu legado? Não sei, se for sincero. Acho que vou vê-lo nos próximos anos”, afirmou. “Tenho sempre a mesma resposta: o tempo dirá tudo.”
Aos 40 anos, Monfils prepara-se para competir pela última vez num Grand Slam e reconhece que a ocasião terá um peso emocional diferente.
“É ótimo, mas é diferente. Em Roland Garros passei muito mal, emocionalmente foi muito complicado”, revelou. “Ganhei alguma experiência para me ajudar neste torneio, mas sei que vai ser especial. É o último.”
O francês também falou de Arthur Fils, a quem considera como um “irmão mais novo”, e não poupou elogios ao jovem compatriota.
“É um rapaz muito simpático, muito respeitador. Dou-me muito bem com o pai dele e ele tem uma grande família à sua volta. Sinto que é como o meu irmão mais novo”, comentou.
Sobre o seu último encontro em Nova Iorque, a motivação permanece intacta: “Quero fazê-lo não bem, mas muito bem para o lugar onde estou agora. Trabalhei imenso, dentro e fora do court, para chegar ao meu melhor nível. Vou dar tudo e veremos o que acontece.”
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