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Medvedev: «Quando era top 3 já pensava no que fazer para ganhar a Alcaraz e Sinner»
Daniil Medvedev sofreu mas lá arranjou forma de se qualificar para as meias-finais do ATP 250 de Brisbane, depois de resistir a Kamil Majchrzak numa intensa batalha de 2h30 minutos.
O tenista russo, que nesta altura ainda se encontra fora do top 10 mundial, mostrou-se satisfeito por não ter perdido a calma após perder o primeiro set e voltou a falar da superioridade de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner: garante que quando ainda estava nos cinco primeiros já perdia tempo a pensar em como bater o espanhol e o italiano.
IMPRESSIONADO COM MAJCHRZAK E NÍVEL MÉDIO DO CIRCUITO
Creio que, em geral, existe o debate sobre se antes, o nível era mais forte ou se é mais forte agora. Em primeiro lugar, é impossível sabê-lo com certeza. Nunca se sabe, mas acho que o nível dos jogadores do top 30 ao top 100 é provavelmente um pouco mais uniforme, porque o Kamil, na minha opinião, jogou ao nível dos 10 melhores no primeiro set, talvez um pouco pior no segundo, como um top 20, e como um top 50 no terceiro set. Mas não é fácil jogar ao nível dos 10 melhores durante todo o jogo.
FELIZ POR DAR A VOLTA
Estou muito contente com o jogo, porque consegui manter a calma, a compostura e jogar um ténis incrível, com alguns momentos de grande destaque. Acho que foi equilibrado. Diria que, no primeiro set, estive ao nível dos 10 ou 20 melhores, porque houve um jogo descuidado no meu serviço em que falhei todos os primeiros serviços e perdi-o. Sem isso, talvez tivesse ganho o primeiro set. E o mesmo no tie-break: acho que só meti dois dos cinco primeiros serviços. Mas no segundo e terceiro set, sem dúvida estive entre os cinco melhores. Incrível, sem errar muito, a correr bem, a servir como um demónio, a volear, tudo. Por isso, estou muito contente com o meu nível nestes três jogos e com vontade de mais.
COMO GANHAR A ALCARAZ E SINNER
Vou ser sincero: quando estava entre os três ou quatro melhores, pensava muito no que fazer contra o Carlos e o Jannik, no que podia melhorar e tudo isso. No ano passado não joguei contra eles porque joguei muito mal e nunca cheguei às rondas em que podia defrontá-los. Por isso, nesta pré-temporada não pensei neles de todo. “Pensava: ‘Ok, como posso voltar ao nível em que consigo ganhar aos outros e depois, se chegar a jogar contra eles, falarei com a minha nova equipa e veremos o que podemos fazer?’. É tudo o que posso dizer, porque, mais uma vez, se chegar a jogar contra eles, está bem, porque no ano passado não joguei suficientemente bem para os enfrentar.
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