Fritz explica o que tem de mudar: «Quero ser mais agressivo nas pancadas não tão fáceis»

Por Pedro Gonçalo Pinto - March 10, 2026

Taylor Fritz ficou pelo caminho na terceira ronda do Masters 1000 de Indian Wells, ao ceder diante de Alex Michelsen. No final, o norte-americano reconheceu que acabou por ser surpreendido pelas condições que se apresentaram diferentes na hora de iniciar o encontro.

“Não me sentia muito bem no court mas quando aqueci antes do encontro estava ótimo. Pensei que estava a bater muito bem na bola. O vento foi um fator importante. Intensificou-se muito entre o momento em que aqueci até que comecei a jogar”, explicou.

“É duro mas estou a fazer muitas coisas bem. Estou a servir melhor do que nunca. Acho que o vento me dificultou um pouco mais do que é habitual para meter a bola onde queria. Mas quero ser um pouco mais agressivo nas pancadas que não são tão fáceis, aumentar a agressividade nas bolas em que não me sinto tão confortável a atacar. Também gostaria de responder e movimentar-me um pouco melhor. Tenho de fazer isso para voltar ao nível habitual”, apontou.

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O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt
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