Fritz ciente do desafio no US Open: «Seria imprudente subestimar o grupo de jogadores que está aqui presente»
Taylor Fritz está a ter uma temporada bastante abaixo do expectável, com os problemas físicos a revelarem-se um grande entrave.
Isso não afeta a confiança do norte-americano, que é uma das naturais esperanças da casa para o US Open. Fritz não se desvia da responsabilidade que tem sobre os ombros, mas ao mesmo tempo também reconhece o poderio da concorrência.
CRESCENTE DIMENSÃO DO TÉNIS NOS ESTADOS UNIDOS
Acho ótimo ver que tem havido cada vez mais entusiasmo em torno deste desporto nos últimos anos. Eu não diria que tem muito a ver com o que eu estou a fazer, mas sim com o que fizemos coletivamente. Os eventos estão se a tornar cada vez mais atrativos mesmo para quem não é fã de tênis, algo que é exatamente o que eu procurava. Essa popularização e a crescente aceitação do desporto no mercado são aspetos muito positivos.
ASPIRAÇÕES PARA O ÚLTIMO MAJOR DA TEMPORADA
Estou focado na minha primeira ronda. Não penso além disso. Não olho para o quadro. Acho que é a única maneira que tenho de me manter presente no momento quando estou aqui em competição. Não sou alguém que gosta de se precipitar. Eu conheço a qualidade dos adversários. Acho que seria desrespeitoso pensar que, só porque o Sinner não está cá, é uma grande oportunidade. Há também o Jódar, o Arthur Fils e todos os americanos, que são bastante perigosos nesta superfície. Acho que seria imprudente subestimar o grupo de jogadores que estão a alto nível neste momento.
A IMPORTÂNCIA DA CONSISTÊNCIA
Acho que se trata de saber o que se tem e o que não se tem num certo dia, trabalhar da mesma forma e não tentar forçar algo que não existe naquele momento. Ao mesmo tempo, há o foco mental de permanecer naquele momento. Também há que ser capaz de resolver problemas rapidamente. Manter a mente no encontro é super importante. Aqui é um desafio maior, porque é preciso jogar à melhor de cinco sets ao longo de sete encontros se quisermos sair daqui com o título, mas é um desafio que me entusiasma sempre.
REGRESSO DE CARLOS ALCARAZ
Acho que a minha resposta provavelmente vai surpreender. Se ele se sente saudável o suficiente para jogar, por que não? Essa é a minha opinião. Não é necessariamente fácil, mas se passa as primeiras rondas, começa a sentir-se cada vez melhor e a recuperar o ritmo competitivo e a confiança. A partir daí, não há razão para não encontrar a sua melhor forma e jogar muito bem.
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