Francisca Jorge: «Estou muito contente com a minha primeira vitória aqui em Paris»

Por Tomás Almeida - May 20, 2026
Francisca-Jorge
FOTO: Beatriz Ruivo/FPT

A número um nacional Francisca Jorge (atual 205.º WTA) conseguiu a primeira vitória da carreira em fases de qualificação de torneios do Grand-Slam à sua sexta participação e como tal, apesar de ter reconhecido dificuldades, não conseguiu esconder no final a enorme satisfação pelo momento vivido ao início da noite desta terça-feira na capital gaulesa: Ela tinha um plano de jogo um bocado chato, mas eu estava preparada, sabia o que é que tinha que fazer e o que é que tinha que procurar. Como é óbvio, também é boa jogadora, criou-me dificuldades e tentou contrariar a minha qualidade das pancadas, mas fui procurando ser agressiva, tomar conta dos pontos e não deixar que ela estivesse muito confortável. Acabei por fazer um jogo sólido.”

A tenista vimaranense de 26 anos sublinhou a forma como encarou este desafio e a importância que esse aspeto acabou por ter também no desenlace da contenda face à jogadora chinesa: “Sinto que não joguei o meu melhor ténis, sem dúvida, mas acho que também com o tipo de desafio que tive pela frente, também não era um jogo para procurar a perfeição, mas sim para lutar e jogar todos os pontos com determinação. Consegui fazer bem isso.”

A mais velha das irmãs Jorge, que esta quarta-feira regressa aos courts do complexo de Roland-Garros para disputar a segunda ronda da fase de qualificação — tal como Matilde —, já tem o foco totalmente colocado no próximo desafio e mostra-se determinada em continuar a lutar por uma vaga histórica no quadro principal: “Estou muito contente com a minha primeira vitória aqui em Paris e motivada para as próximas. Todas as rondas são difíceis e amanhã é mais uma, mas sinto que tenho as minhas hipóteses de ir para cima da eslovaca [Rebecca Sramkova]. Nada mais do que tratar de estudar o plano e jogar bom ténis amanhã.”

A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!
Bola Amarela
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