Evans e a ausência de wild card para Wimbledon: «É indiferente se me dão ou não»
Sem wild card para o quadro principal de Wimbledon, Daniel Evans foi obrigado a ter de jogar a fase de qualificação naquele que será o último torneio da sua carreira e, esta segunda-feira, entrou com uma boa vitória rumo à segunda ronda.
A ausência de wild card deu muito que falar mas, numa entrevista à BBC, Evans desvalorizou a atitude da organização e preferiu focar-se naquilo que consegue controlar.
“É-me indiferente se me deram um convite ou não. Adoro o torneio, mas, acima de tudo, queria jogar o quadro principal. Era simplesmente mais uma oportunidade de disputar, na minha opinião, o melhor torneio do mundo em qualquer modalidade, mas não foi possível”, admitiu.
“Jogo ténis por mim próprio, não para provar que os outros estão errados, e consegui fazê-lo. Não apenas hoje, mas ao longo de toda a minha carreira. Deram-me um convite para os pares, por isso agradeço. Estava muito nervoso no início e, sobretudo, no final, por isso estou muito feliz e orgulhoso da forma como consegui ultrapassar isso. Tem sido uma época difícil, mas construí a minha carreira a lutar em todos os meus jogos e era isso que me propunha fazer hoje. Por isso, estou muito satisfeito com a forma como joguei”, concluiu Evans, que vai agora ter pela frente Tristan Schoolkate.
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