Djokovic: «Queria ter jogado mais torneios de terra, mas o meu corpo não me deixou»

Por José Morgado - May 22, 2026

PARIS. FRANÇA. Novak Djokovic mostrou-se otimista antes do arranque de Roland Garros, garantindo que continua a encarar os torneios do Grand Slam como a principal prioridade da sua temporada. No Media Day do torneio parisiense, o sérvio falou da sua condição física, da preparação para o segundo major do ano e ainda elogiou o impressionante momento de forma de Jannik Sinner.

“Os Grand Slams são sempre a minha prioridade. Estou a fazer tudo para estar em forma suficiente para jogar à melhor de cinco sets durante duas semanas. Vamos ver se isso será possível, mas mal posso esperar para entrar em court”, afirmou.

Djokovic revelou ainda que gostaria de ter disputado mais torneios de preparação na terra batida, mas que as limitações físicas o impediram. “Queria ter jogado mais torneios de terra batida, mas o meu corpo não deixou depois de Indian Wells. Queria ir a Roma e tentar competir, mesmo estando longe da melhor forma. Precisava pelo menos desse encontro”, explicou.

Sobre a ausência de Carlos Alcaraz, campeão das duas últimas edições, o sérvio lamentou o impacto para o torneio, mas garantiu que isso não altera os seus objetivos. “É uma grande perda para o torneio não o ter aqui, mas isso não muda a minha abordagem. A minha principal preocupação é o meu corpo. Se estiver saudável durante todo o torneio, também tenho uma boa oportunidade, como mostrei na Austrália”, referiu.

Djokovic reservou ainda palavras de admiração para Sinner. “É impressionante. Mostrou que consegue dominar em todas as superfícies. Sei o quão difícil é ganhar todos os Masters 1000 e ele está também na luta pelo Career Grand Slam. Sem o Carlos aqui, as hipóteses dele aumentam”, concluiu.

Ainda houve espaço para uma nota divertida: Djokovic brincou com o facto de Sinner ter sofrido apenas três derrotas em 2026, uma delas numa exibição frente à dupla formada por Gaël Monfils e Elina Svitolina.

Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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