Djokovic e o 25.º título do Grand Slam: «Se não acreditasse não continuava a competir»

Por Pedro Gonçalo Pinto - Fevereiro 10, 2025

Novak Djokovic está saudável e pronto para ir à luta no ATP 500 de Doha. Trata-se de mais uma oportunidade de chegar aos 100 títulos na carreira, isto enquanto se mantém de olhos postos também num 25.º Grand Slam. É que o sérvio de 37 anos não desarma, como afirmou em entrevista ao Vijesti.

“Espero que o título número 100 chegue em Doha, estou à procura há algum tempo, desde outubro do ano passado. Quanto ao 25.º Grand Slam, é um desafio muito maior, requer maior dificuldade, mas acho que o posso fazer. Se não acreditasse que posso competir a este nível com o melhores do Mundo, não continuava a competir. Acho que mostrei, com a minha vitória contra Alcaraz no Australian Open, que ainda posso competir pelos maiores títulos”, apontou.

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E em que ponto está da sua carreira no ponto de vista mental? “Neste momento diria que estou no meio entre o meu desejo e a necessidade de desfrutar tudo o que alcancei e encarar os encontros de forma mais relaxada e, por outro lado, a mentalidade de ganhar e pensar que só o título te leva ao êxito. A mentalidade a que sempre estive habituado. De alguma maneira habituei-me assim, talvez seja um bom problema neste momento da minha vida e carreira. Digamos que me surpreendeu um pouco como muita gente viu as minhas meias-finais na Austrália como um êxito. Talvez soe estúpido mas, para mim, quando alguém chega às meias-finais, se tivermos em conta do que fiz na minha carreira, pode ser um sucesso mas não o que estava à procura ou que me ia dar satisfação”, sustentou.

Tudo se resume de forma simples. “Estas são as emoções e pensamentos que ainda estão na minha cabeça, mas o mais importantes é que ainda tenho paixão e devoção pelo desporto e pela competição e estou muito agradecido pelo apoio que recebo, não só na Sérvia, mas em todo o Mundo. São as pessoas e o seu apoio que me dão força para continuar a competir e a alcançar novos triunfos”, sentenciou.

O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt
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