Djokovic: «A pressão é um privilégio»

Por Rodrigo Caldeira - March 9, 2026
Foto: EPA

Novak Djokovic voltou a demonstrar que a sua motivação vai muito além de títulos e recordes. A sua vitória sobre Majchrzak na estreia em Indian Wells 2026 deixou uma imagem com as bancadas cheias, o público entregado e o sérvio a competir com a mesma intensidade que marcou a sua carreira ao longo de mais de duas décadas.

Com praticamente todos os recordes importantes deste desporto na sua posse, Djokovic refletiu sobre o que continua a impulsioná-lo a manter-se na elite do ténis mundial aos 38 anos. O amor pela competição, o crescimento pessoal que o ténis lhe proporciona, e o apoio da sua família.

A PRESSÃO É UM PRIVILÉGIO

 “Encontro inspiração em muitas coisas diferentes. Em primeiro lugar, realmente amo o ténis. Sou apaixonado por este desporto e por competir. Adoro a emoção de entrar em campo, ouvir o meu nome a ser chamado, ouvir o marcador e sentir esses nervos”

 “Billie Jean King disse que a pressão é um privilégio, certo? E eu identifico-me totalmente com isso. Significa que estás a fazer algo importante, algo que vale a pena”

O SONHO DE JOGAR COM O FILHO

“Continuo a ter um grande apoio da minha família. Ver a minha mulher, os meus filhos, os meus irmãos e os meus pais a apoiarem-me continua a ser uma enorme motivação. Antes de ser pai sonhava com o dia em que os meus filhos fossem suficientemente crescidos para compreender o que se passa em campo e o que o pai está a fazer”

“Neste momento estou numa fase em que conseguimos fazer trocas de bola bastante boas. Provavelmente daqui a pouco ele vai ganhar-me. O meu filho tem 11 anos… não sei se vou aguentar no circuito até ele ter 18”

SENTIR A ENERGIA DO PÚBLICO 

“Hoje havia um estádio cheio para o meu primeiro jogo. Sentir essa energia, esse ambiente, o apoio e o carinho é uma das principais razões pelas quais continuo em frente”.

Apaixonado por desporto no geral, o ténis teve sempre presente no topo da hierarquia. Mas foi precisamente depois de assistir à épica meia-final de Wimbledon em 2019 entre Roger Federer e Rafael Nadal, que me apaixonei e comecei a acompanhar de perto este fabuloso desporto. Atualmente a estudar Ciências da Comunicação na Universidade Autónoma de Lisboa.
Bola Amarela
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