Coreia do Sul e Áustria são as primeiras seleções apuradas para as Davis Cup Finals

Por Tomás Almeida - September 19, 2026

Coreia do Sul e Áustria foram as primeiras seleções a confirmarem o triunfo nos respetivos confrontos referentes à segunda ronda dos Qualifiers, avançando para as Davis Cup Finals de Bolonha onde já está presente a tricampeã Itália.

Soonwoo Kwon (atual 157.º) foi o grande protagonista da vitória da Coreia do Sul frente à Índia por 3-1, ao vencer os seus dois encontros de singulares em Seul. Mas vamos por partes. Depois de um primeiro dia perfeito para a formação coreana, que abriu uma vantagem de 2-0 à boleia de duas reviravoltas, os indianos prevaleceram no par deste sábado e encurtaram distâncias, com Sriram Balaji e Dhakshineswar Suresh a derrotar Uisung Park e Ji Sung Nam por 6-3, 3-6 e 6-3.

Logo de seguida, Kwon não perdoou uma vez mais e arrasou Sumit Nagal (247.º) com os parciais de 6-1 e 6-2, em pouco mais de uma hora de encontro, entregando um triunfo histórico para a Coreia, que se torna assim na primeira seleção asiática a marcar presença nos quartos-de-final da Taça Davis.

Em Viena, a Áustria fez imperar a lei da casa e impôs-se diante da Bélgica, com dois triunfos a arrumarem a questão na jornada deste sábado. Depois de uma igualdade registada após o primeiro dia, Lucas Miedler e Neil Oberleitner não tremeram no par e bateram os belgas Sander Gille e Joran Vliegen por 7-6(5) e 7-5, num duelo onde se revelaram uma autêntica muralha especialmente no capítulo do serviço.

Quem veio a selar as contas a favor do conjunto da casa foi Jurij Rodionov (142.º), tenista esquerdino de 27 anos que acabou por assumir as rédeas do seu país nesta eliminatória. Rodionov completou um fim-de-semana de sonho e fez as delícias do público, ao vencer o top 40 mundial Zizou Bergs por 7-6(6) e 6-3 em 2h21. A Áustria volta então ao top 8 da competição, depois de levar a melhor sobre a Bélgica por 3-1.

A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!
Bola Amarela
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