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Como é que Federer encontrou o antídoto para bater Nadal em 2017? Ljubicic explica tudo
O ano de 2017 ficará para sempre como um dos mais memoráveis da carreira de Roger Federer, não só por ter voltado a conquistar Grand Slams quase cinco anos depois mas, sobretudo, por ter feito com 35 anos e após ter recuperado de uma lesão que o fez estar afastado dos courts durante seis meses.
Esta temporada ficou também marcada como a descoberta do antídoto para derrotar Rafa Nadal. Basta ver que dos quatro encontros entre ambos nesse ano, Federer ganhou… os quatro.
Mas quais foram os motivos que levaram o helvético a conseguir finalmente bater o seu eterno rival? Ivan Ljubicic, treinador de Federer nessa altura, explicou tudo no podcast Off Court.
O QUE ERA OBRIGATÓRIO MUDAR
Ouvi e li muitas histórias sobre como Iván Ljubičić mudou isto e aquilo. É muito difícil lembrar-me disso, porque quando és treinador trabalhas em tudo ao mesmo tempo e dizes tantas coisas que nem sabes o que vai ficar. Uma coisa é certa: todos sabíamos que contra Rafael Nadal não se podia cortar a bola, por isso para mim era muito óbvio que o Roger tinha de bater aqueles esquerdas se quisesse ter alguma hipótese de o vencer. O meu ponto era ele bater uma esquerda plana, não um flick, nem com top spin, nem alto.
LESÃO GRAVE SERVIU PARA TRABALHAR
Trabalhámos nisso desde setembro de 2016, durante cinco meses, na resposta ao serviço, mas já sabes como é: trabalhas numa coisa e ela acaba por influenciar o resto. Trabalhámos a esquerda, mas funcionou noutras áreas. Agora está na moda dizer que Ljubičić mudou a sua esquerda e, como eu tinha uma esquerda a uma mão, que só posso treinar jogadores com uma mão. Nessa altura surgiu a tempestade perfeita e ele começou a sentir-se muito seguro. 2017 foi um grande ano para a sua carreira e para a equipa. Tudo foi como um sonho.
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