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Berrettini faz confissão dura antes do Australian Open: «Cheguei a odiar o ténis»
Matteo Berrettini, um dos heróis da última conquista da Taça Davis pela Itália, inicia a temporada de 2026 determinado a recuperar a regularidade que o levou, em tempos, ao topo do ténis mundial. No entanto, antes da estreia no Open da Austrália, o romano surpreendeu ao fazer uma confissão forte e emotiva sobre a sua relação com o desporto, marcada por lesões e resultados abaixo das expectativas.
Numa entrevista à revista Undici, Berrettini revelou o desgaste acumulado ao longo dos anos. “Cheguei a odiar o ténis, o que é mais do que normal, sobretudo tendo em conta que tenho quase 30 anos e comecei a jogar aos sete, todos os dias. Foi uma vida inteira”, admitiu o italiano, num desabafo raro entre atletas de elite.
O antigo número seis do mundo explicou que a paixão que sempre o acompanhou foi-se transformando com o tempo. “Até certa idade, o ténis era a minha paixão no dia a dia, mas as pessoas não me reconheciam pelo que eu era, apenas pelo que fazia”, acrescentou, sublinhando o peso psicológico da carreira profissional.
Berrettini prepara-se agora para um teste exigente logo na primeira ronda do Open da Austrália 2026, frente ao australiano Alex de Minaur, numa fase que encara como decisiva para relançar a carreira — desde que, desta vez, o corpo lhe dê tréguas.
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