Ao lado de Peers, Marcelo Melo sobrevive a jogo dramático, salva match point e está na semifinal de Atlanta

Por Marcela Linhares - July 28, 2023
Marcelo Melo John Peers
Divulgação/Atlanta Open

Marcelo Melo, jogando ao lado do australiano John Peers, avançou nesta sexta-feira (28) e está na semifinal do ATP 250 de Atlanta em partida que precisou salvar match point. A dupla do brasileiro passou pela dupla norte-americana em formada por William Blumberg e Rajeev Ram anotando 6-3, 3-6 e 13 a 11 em 1h19. Por vaga na decisão, enfrentam a dupla 100% australiana composta por Max Purcell e Jordan Thompson.

Sem dar brechas no saque, a dupla do mineiro saiu na frente no placar anotando 6-3 em 24 minutos. Com desempenho parecido no primeiro serviço, o que fez a diferença foi o segundo saque já que a dupla do brasileiro venceu 75% dos pontos enquanto a dupla adversária alcançou apenas 25% – conquistando apenas um ponto em quatro disputados.

Conquistando a única quebra da parcial no segundo game, Blumberg/Ram apenas administraram a vantagem para anotar 6-3 e igualar o jogo. Muito sólida no saque, a dupla norte-americana alcançou a perfeição com o primeiro serviço obtendo 100% de aproveitando após vencer 15/15 pontos.

Este torneio trouxe uma marca interessante na carreira de Melo já que, após a sua estreia, alcançou sua 1000ª partida disputada no circuito profissional. Dos duplistas em atividade atualmente, o mineiro é o único a chegar nesta marca.

Sem dar a menor chance aos adversários, a dupla de Marcelo abriu o match tie-break da melhor forma possível vencendo todos os sete primeiros pontos da última parcial. Tudo parecia sob controle, mas… a dupla norte-americana conseguiu reagir vencendo 10 de 12 pontos, salvou cinco match points, e ficou na frente no placar pela primeira vez com 10 a 9. Vencendo três dos últimos quatro pontos, a dupla do brasileiro encerrou a partida em 13 a 11 e garantiu vaga na penúltima rodada do torneio.

Me formei em jornalismo em 2019 pela FACHA - faculdade localizada no Rio de Janeiro. Depois de cursos sem sucesso, me descobri no jornalismo e escolhi estudar com objetivo de seguir o tênis. Estagiei na CNN durante a Olimpíada no Rio, escrevi sobre o esporte em sites colaborativos e não me vejo fazendo outra coisa. Em 2020 fiz pós graduação em jornalismo esportivo e sigo na área desde então passando por colaborações na VAVEL, UOL, Revista Tênis e hoje no Bola Amarela.
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