Aprendi como é importante ter um bom equilíbrio dentro e fora do campo. É algo a que antes não dava tanta importância: a forma como recuperar e dedicar tempo a mim própria, e dar prioridade ao meu bem-estar fora do campo. Antes, tudo girava em torno do ténis e eu não sabia como incorporar essas pequenas pausas para mim. Acho que essa foi uma das principais razões pelas quais cheguei a um ponto crítico e precisei de me afastar do desporto.
PERCEBE QUANDO ALGO NÃO ESTÁ BEM
Antes, às vezes pensava que era algo normal, mas agora sei que não é normal passar por isso nem vivê-lo. Pelo menos, não é bom que continue a acontecer. Obviamente, é normal estar cansada ou exausta, e todos temos dias em que não nos apetece fazer aquilo que temos de fazer. A questão está em saber como gerir e lidar com isso. Acho que essa foi a coisa mais importante que aprendi e ajudou-me imenso enquanto atleta.
ANSIOSA PELO US OPEN
Sinto que recuperei o meu ritmo em campo. Estou muito ansiosa pela chegada do US Open. Sinto-me bem. É, sem dúvida, a minha altura preferida do ano. Tenho aquele entusiasmo e aquela motivação para concretizar os meus sonhos e, um dia, ganhar um Grand Slam.
SONHO DE UMA VIDA
Sempre foi um sonho ganhar um Grand Slam. Ninguém pensa em ganhar um torneio WTA 1000 como sendo o grande sonho. É sempre o mais importante que se pode ganhar, seja um Grand Slam ou os Jogos Olímpicos, que são dois grandes sonhos para os atletas. Para mim, sempre foi o US Open. Acho que ganhar um Grand Slam tem algo de especial, algo que completa a vida de um tenista.