A honestidade de Ruud após cair em Wimbledon: «Não vale a pena investir na relva»
Casper Ruud caiu sem surpresas na primeira ronda do torneio de Wimbledon frente a Hubert Hurkacz, naquela que foi mais uma prova de que a relva está longe de ser a sua melhor superfície.
O norueguês, aos jornalistas, foi muito sincero na hora de falar sobre esta superfície e reconheceu que não fez qualquer torneio de preparação para Wimbledon porque… não valia a pena.
RELAÇÃO COM A RELVA… INEXISTENTE
Para jogar bem em relva, tenho de fazer praticamente tudo o contrário do que fiz durante toda a minha vida. Não posso bater na bola com tanto efeito, tenho de jogar de forma muito mais plana. Além disso, a movimentação é completamente diferente.
PREPARAÇÃO FOI CURTA POR OPÇÃO
A questão é até que ponto vale a pena investir na época de relva quando esta só dura quatro ou cinco semanas. Se durasse oito semanas, provavelmente faria muito mais esforço para me tornar um melhor jogador nesta superfície.
FOCO NA TERRA BATIDA
Não me sinto bem a movimentar-me na relva. Os pontos são mais curtos e o ténis muda bastante. Enquanto a terra batida continuar a ser a parte da época em que obtenho os meus melhores resultados, não acredito que vá disputar muitos mais torneios antes de Wimbledon. Prefiro competir depois do torneio e preparar melhor a digressão americana.
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