Zverev vê a meta mais próxima no US Open: «Espero fazer mais dois bons encontros»
Alexander Zverev ultrapassou mais um obstáculo para se colocar nas meias-finais do US Open, onde vai defrontar Karen Khachanov.
O alemão vai partir como claro favorito para o embate, no entanto, Sascha mantém os pés no chão e, em conferência de imprensa, deixou muitos elogios ao nível do russo.
TÍTULO CADA VEZ MAIS PERTO
Acho que o jogador que ganhar aqui será simplesmente aquele que jogar melhor ténis. Às vezes, é tão simples quanto isso. Sim, há nervosismo e há muitas coisas que passam pela nossa cabeça quando tentamos ganhar o nosso primeiro Grand Slam. Eu já passei por isso. Acreditem em mim, tive todos os pensamentos que se podem ter numa situação destas. Mas acho que, no fim, o bom ténis acaba por prevalecer. Vamos ver quem consegue fazê-lo na sexta-feira e, depois, também no domingo.
MEIAS-FINAIS EM TODOS OS GRAND SLAMS EM 2026
Acho que, quanto mais vezes chegamos a estas rondas, mais normal isso se torna para nós, embora seja algo que nunca devemos dar como garantido. Acho que é uma sensação muito especial quando algo assim começa a tornar-se uma normalidade. Não dou isso como garantido de forma alguma. Sei que, no ténis, tudo pode mudar numa questão de segundos. A confiança é algo incrivelmente importante, mas também pode desaparecer muito rapidamente. Percebi isso depois de Wimbledon, quando não joguei bem nos dois torneios de piso duro que disputei e aqui consegui recuperar novamente essa confiança. Claro que estou satisfeito com a forma como as coisas estão a correr mas, olhando em frente, continuo à espera de conseguir fazer dois bons jogos aqui.
ELOGIOS A KHACHANOV
Há pessoas cujo trabalho talvez não consigamos ver de fora, mas acho que o Karen é alguém que se esforça imenso. Passa mais tempo nos campos de treino do que a maioria dos jogadores. Está sempre à procura de soluções, a tentar encontrar novas formas de melhorar. Além disso, tem um grande treinador que conheço desde que éramos juniores. O Karen trabalha com ele desde essa altura. Respeito muito isso: o facto de duas pessoas permanecerem juntas durante tanto tempo e percorrerem um caminho tão longo. Na verdade, chamamos-lhe ‘O Professor’ porque sabe tudo sobre ténis. Conhece cada tensão das cordas, sabe o que cada jogador faz… É bastante divertido.
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