Fritz: «Ficaria muito desiludido se terminasse a carreira sem um Grand Slam»
Aos 28 anos, Taylor Fritz ainda sonha com a conquista de um torneio do Grand Slam e o US Open é aquele torneio onde pode nascer algo de especial.
A jogar em casa, o norte-americano procura ser feliz e, aos jornalistas, mostrou-se feliz pela sua estreia, reforçando esse desejo em terminar a carreira com um Major, seja em Nova Iorque ou em qualquer outro dos três.
ESTREIA SEGURA
Foi bem. Acho que há sempre algum nervosismo na primeira ronda. Não espero entrar em campo e jogar de forma incrível. Acho que servi bem. Tirando isso, foi razoável. Acho que há muito espaço para melhorar.
COMO LIDA COM A PRESSÃO NO US OPEN
Na realidade, não estava muito nervoso antes do jogo. Simplesmente ficas nervoso quando entras em campo. É como se o coração começasse a bater mais depressa, não estás a pensar com tanta calma e as coisas parecem acontecer um pouco mais depressa do que realmente acontecem. Acho que fico nervoso no primeiro jogo de cada Grand Slam, provavelmente mais no US Open e tem sido assim nos últimos anos. Isso não me impediu de conseguir bons resultados aqui, por isso não dou demasiada importância. Faz simplesmente parte. É normal.
MAIOR DESEJO DO RESTO DA SUA CARREIRA
Ganhar um Grand Slam é muito importante para mim. Acho que ficaria bastante desiludido no final da minha carreira se não conseguisse fazê-lo. Na minha vida, sempre que estabeleci um grande objetivo, consegui alcançá-lo. Seria muito difícil para mim não o conseguir.
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