Brad Gilbert critica paragens médicas e dá exemplo de Djokovic
A derrota de Novak Djokovic diante de Thiago Agustín Tirante, na estreia no ATP Masters 1000 de Cincinnati, continua a dar que falar, desta vez pelas paragens médicas solicitadas pelo sérvio. O antigo treinador de Andy Murray e André Agassi, Brad Gilbert, defende mudanças nas regras e entende que jogadores com problemas físicos prévios não deveriam poder recorrer ao fisioterapeuta durante o encontro.
“O que eliminaria primeiro seria o tempo de avaliação, especialmente no caso de uma lesão preexistente. Voltaria ao tempo médico de três minutos, e nada mais. E teria de ser durante o teu serviço ou perderias os pontos”, escreveu Gilbert nas redes sociais.
A posição é semelhante à assumida por Felix Auger-Aliassime em Wimbledon, que defendeu que um jogador lesionado enquanto o adversário está a servir deveria perder os pontos até poder chamar o fisioterapeuta.
No caso de Djokovic, porém, a situação é particularmente discutível. O sérvio pediu assistência médica depois de um jogo que durou 17 minutos, alegando problemas físicos que já o incomodavam há algum tempo. A medida acabou por interromper o ritmo do encontro, alimentando o debate sobre a utilização dos tempos médicos e sobre a necessidade de encontrar um equilíbrio entre proteger a saúde dos jogadores e evitar quebras de ritmo consideradas injustas.
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