Swiatek e o triunfo contra Kostyuk: «Mantive a calma e confiei no plano que tinha em mente»

Por Tomás Almeida - August 9, 2026

Iga Swiatek, antiga número um mundial que atravessa aos aos dias de hoje um momento delicado na carreira, teve de subir o nível para derrotar Marta Kostyuk e manter-se viva no WTA 1000 de Toronto. A polaca virou de set abaixo para alcançar uma excelente reviravolta no Canadá e qualificar-se para os quartos-de-final.

Em conferência de imprensa, Swiatek abordou o progresso que tem feito nos últimos meses e garantiu que nem sempre se sente confortável em court mesmo quando consegue sair por cima deste tipo de encontros mais disputados.

ANÁLISE AO ENCONTRO CONTRA KOSTYUK

Eu sei que posso jogar melhor. Sei que no primeiro set deveria ter arriscado mais em algumas pancadas. No segundo, entrei com mais ousadia e aproveitei as oportunidades,  jogando um pouco mais rápido e com mais potência, e pressionando um pouco mais a Marta. Sabia que conseguiria manter a consistência fazendo isso. Então, jogo após jogo, senti que era um bom plano e uma boa decisão, e segui em frente.

O SEGREDO PARA A REVIRAVOLTA

Acho que a velocidade do meu serviço não foi suficiente, mas ela também estava a responder bem. Eu sabia que precisava de servir melhor se quisesse vencer a partida, mas também sabia que, se continuasse a jogar de forma consistente, ela poderia cometer alguns erros. Então, no segundo e terceiro sets, simplesmente melhorei o meu serviço. A pior coisa que se pode sentir é o desespero ou não ter ideia do que fazer. Hoje eu não me senti assim. Mantive a calma e confiei no plano que tinha em mente.

SATISFAÇÃO APÓS A VITÓRIA

Fiquei muito orgulhosa de mim mesmo e feliz com o meu desempenho. Foi uma partida intensa. Mesmo que o placar não tenha sido tão equilibrado, lutamos por cada ponto. Não houve muitos pontos fáceis. E se alguma de nós cometesse erros, era porque a outra estava a pressionar. Não foi como se tivéssemos jogado mal ou algo do tipo. No final, saí feliz por ter sido a jogadora mais consistente e por ter melhorado ao longo do encontro.

A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!
Bola Amarela
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