Realidade contrastante para Popyrin no regresso a Montreal, dois anos depois do maior êxito da carreira
Por esta altura, em 2024, Alexei Popyrin vivia uma semana muito especial no continente norte-americano e chegava à conquista do ATP Masters 1000 de Montreal, alcançando aí cinco vitórias consecutivas contra jogadores do top 20 e ascendendo a um patamar de maior destaque na elite do ténis mundial.
Pois bem, desde então a trajetória do tenista australiano sofreu um revés bastante acentuado e… isso reflete-se naquilo que irei retratar agora.
Dois anos depois da glória na província do Quebec, o jogador dos Antípodas atravessa uma realidade completamente distinta, encontra-se fora do top 100 e foi, por isso, forçado nos últimos dias a jogar a fase de qualificação do torneio canadiano.
Diga-se, ainda assim, que Popyrin passou com distinção essa fase prévia da competição, beneficiando da desistência por lesão do compatriota Thanasi Kokkinakis (6-4, 2-3 ret.), e garantiu então o acesso ao quadro principal do National Bank Open.
Aos 26 anos e precisamente um ano após ter atingido o melhor ranking de carreira – 19.º lugar, Popyrin procura ganhar novamente confiança e voltar a estabelecer o seu nome entre os lugares mais cimeiros da hierarquia mundial.
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