Leylah Fernandez explica mudança na equipa técnica e sonha vencer em casa

Por José Morgado - August 1, 2026
leylah fernandez
Divulgação/Mubadala Citi DC Open

Leylah Fernandez revelou que decidiu reforçar a equipa técnica com Eric Hechtman, antigo treinador de Serena e Venus Williams, numa tentativa de dar um novo impulso à carreira. A canadiana de 23 anos, atualmente a preparar o WTA 1000 de Toronto, explicou que a decisão foi tomada em conjunto com o pai, Jorge Fernandez, que deixará gradualmente de assumir o papel de treinador principal.

“Há alguns anos que o meu pai e eu falávamos sobre acrescentar outro treinador que pudesse ajudar e partilhar as semanas de trabalho com ele. Falámos com vários treinadores e, quando conhecemos o Eric, gostámos da forma como a sua mentalidade e o seu estilo de jogo pareciam encaixar muito bem com a nossa forma de pensar e de trabalhar”, explicou.

A antiga finalista do US Open acredita que a experiência de Hechtman poderá ajudá-la a subir mais um patamar. “Trabalhou com as irmãs Williams e com outras jogadoras, ajudando-as a subir no ranking e a melhorar o rendimento. Acredito que também me pode ajudar”, afirmou.

Fernandez confirmou ainda que o pai continuará presente, mas num papel diferente. “O meu pai vai dar um passo atrás e será mais um consultor. Vai ser uma colaboração entre os três e isso ajuda-me porque ambos comunicam muito bem entre si”, revelou.

A canadiana confessou também que conquistar o título em Toronto teria um significado muito especial. “Provavelmente seria um dos títulos mais importantes da minha carreira. Cresci a ver este torneio e vencer em casa significaria imenso para mim”, disse.

Por fim, Fernandez recordou a parceria de pares com Venus Williams e destacou o maior ensinamento que retirou da antiga número um mundial. “O que mais aprendi com a Venus foi a mentalidade. A forma como reage aos erros, recupera a concentração e continua a acreditar é de uma verdadeira campeã. É uma lenda e essa força mental é algo que todos os jovens jogadores deviam tentar desenvolver”.

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Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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