Fritz salienta: «Não estava à espera de jogar sem dores no joelho. É muito promissor.”

Por Tomás Almeida - Janeiro 20, 2026

Depois de ter sido pouco feliz na United Cup, onde venceu apenas um encontro, o norte-americano Taylor Fritz (9.º ATP) passou com distinção pelo primeiro obstáculo no Open da Austrália, ao derrotar o francês Valentin Royer (58.º) em quatro sets, e assegurou lugar na 2.º ronda pela oitava edição consecutiva do Grand-Slam australiano.

A confrontar-se com problemas no joelho desde o final da última temporada, que lhe tem retirado a possibilidade de competir dentro dos níveis exigidos no circuito, o tenista californiano de 28 anos revelou já após o jogo e diante dos jornalistas estar a ver melhorias na recuperação dessa lesão. “Notei algumas melhorias bastante significativas no meu joelho. Esse era o objetivo, começar a senti-lo depois de pouco mais de dois meses neste programa de fortalecimento do tendão. Estou muito melhor do que esperava, considerando como me senti durante a primeira semana na Austrália. Não esperava conseguir jogar com as exigências físicas e a duração da partida de hoje sem sentir tanto o joelho. É muito promissor.”

No entanto, acrescentou que a semana de preparação para o torneio não correu bem. “Infelizmente, outras lesões surgiram esta semana enquanto eu me preparava, o que é uma pena.” Sem querer entrar em detalhes, Fritz deixou bem vincada a ideia de que esta situação não é nova para si e que terá de saber lidar com ela: “Não quero entrar em detalhes. Talvez fale sobre isso depois do torneio, mas tenho que lidar com isso conforme acontece, porque é algo com que já lidei antes, então, bem, estou familiarizado com a situação.”

No final, foi ainda confrontado com a questão do calendário e o peso que o mesmo pode ter no descanso e na preparação física dos jogadores de uma temporada para a outra: “Se observares o circuito, não sou o único. Há muita gente a começar o ano com lesões. Talvez a temporada seja longa demais, não sei. Talvez quatro semanas não sejam suficientes para uma recuperação completa. É o que é. Eu preparei me bastante durante a pré-temporada para me recuperar, mas, ao mesmo tempo, a pré-temporada é tão curta que precisas de treinar muito, senão começas o ano com a sensação de que não jogaste partidas suficientes ou não tiveste tempo suficiente em quadra, o que é muito parecido com o que eu sinto.”

A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!