Australian Open 2026: quem ganhou e quem perdeu o sorteio feminino

Por Pedro Gonçalo Pinto - Janeiro 15, 2026

O sorteio do Australian Open 2026 está feito e, como sempre, há diferentes maneiras de olhar para o que a sorte ditou. Quem ganhou e quem perdeu antes de começar a jogar? Está aqui tudo.

QUEM GANHOU O SORTEIO

Aryna Sabalenka – É a grande favorita ao título e o quadro acompanhou esse estatuto. Raducanu na terceira ronda e Mboko ou Tauson nos oitavos-de-final podem ser testes, ma a bielorrussa já arrancou 2026 em grande. O cruzamento dos ‘quartos’ com Paolini é muito favorável.

Amanda Anisimova – Sem que se fale muito dela no início deste ano, a norte-americana tem uma trajetória muito interessante para ir explorando. Resta saber se consegue aproveitar a oportunidade de chegar longe em Melbourne.

Madison Keys – A campeã em título não chega em grande forma para defender o troféu, mas o sorteio tentou ‘ajudar’. Leylah Fernandez é a adversária teórica na terceira ronda e Jessica Pegula pode surgir nos ‘oitavos’. O cenário é muito simpático tendo em conta a dimensão do desafio.

QUEM PERDEU O SORTEIO

Iga Swiatek – Anna Kalinskaya pode ser um incómodo considerável logo na terceira ronda, enquanto todos sabem aquilo de que Naomi Osaka é capaz em hard court. Os ‘oitavos’ poderão, por isso, ser um teste tremendo à número dois do Mundo, que também pode ter de lidar de seguida com Elena Rybakina.

Mirra Andreeva – Tem um caminho recheado de armadilhas. Começa com Donna Vekic, pode defrontar Maria Sakkari na segunda ronda e Dayana Yastremska na terceira. É que nem vai dar para respirar tranquilamente desde o primeiro segundo.

Belinda Bencic – É um dos grandes perigos no quadro, mas não teve felicidade no sorteio. Arranca com um duelo traiçoeiro diante de Katie Boulter, deverá seguir-se Daria Kasatkina e depois Elise Mertens, com quem teve uma tremenda batalha na United Cup. E nos ‘oitavos’ cruza com Elena Rybakina. É um perigo… mas também está em perigo.

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O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt