Barty não se arrepende do adeus ao ténis com 25 anos: «Não sinto falta de viver com malas às costas»

Por Nuno Chaves - Janeiro 4, 2026
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Ash Barty surpreendeu o mundo há três anos quando decidiu colocar um ponto final na sua carreira, altura em que ocupava o primeiro lugar do ranking mundial, com 25 anos, ou seja, no auge das suas capacidades.

A australiana, numa entrevista ao The New Daily, continua firme na sua decisão e garante que apesar de haver coisas de que sente saudades, também há outras onde… nem por isso.

DE CONSCIÊNCIA TRANQUILA COM A DECISÃO

Há muitas coisas do ténis de que sinto falta e muitas outras de que não, e acho que isso acontece simplesmente porque estou muito grata por ter vivido a experiência de estar no centro da acção e agora também poder desfrutá-la como espectadora.

O QUE MAIS SENTE FALTA

Provavelmente, o que mais se perde são os pequenos momentos em que a equipa se une, quando estão juntos no campo de treinos ou no ginásio. Trabalham arduamente em conjunto, enfrentam situações realmente difíceis e saem delas mais unidos. Depois, há a parte super divertida, que é quando simplesmente se pode sair para competir e para muitos atletas locais, sobretudo os que estão a começar no Brisbane International, é uma forma muito divertida de o fazer em casa, perante amigos e familiares.

O QUE NÃO SENTE FALTA

Não sinto falta de viver com uma mala às costas, isso é certo. Sempre fui muito caseira e adoro estar em casa. Adoro passar tempo com os meus filhos, as minhas irmãs, os meus sobrinhos e sobrinhas. Sou muito, muito feliz a viver uma vida simples e tranquila. Obviamente, a minha prioridade e principal foco neste momento é poder desfrutar dos meus filhos e da minha família, e vê-los crescer e desenvolver-se. Adoro a minha vida, adoro os meus filhos. Adoro vê-los aprender e experimentar coisas novas e estou ansiosa por desfrutar dos próximos anos com eles.

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Jornalista na TVI; Licenciado em Ciências da Comunicação na UAL; Ténis sempre, mas sempre em primeiro lugar.