Challenger de Bogotá conta com Matheus Pucinelli e Klier avançando enquanto Luz e Pereira caem na estreia

Por Marcela Linhares - September 26, 2023
Matheus Pucinelli
Divulgação/Challenger de Bogotá

Nesta terça-feira (26), quatro brasileiros entraram em quadra pelo Challenger de Bogotá. Enquanto Gilbert Klier e Matheus Pucinelli avançaram, Orlando Luz e José Pereira não conseguiram dar sequência no torneio boliviano.

Vindo do qualificatório, Gilbert Klier (603 da ATP) se aproveitou do bom momento e seguiu sem perder sets em sua primeira rodada. O brasileiro passou pelo qualifier Matias Soto, 724 da hierarquia masculina, em jogo que anotou 6-4 e 6-2 e ficou marcado por Klier controlar a partida do início ao fim. Nas oitavas, o desafio vai ser maior já que enfrenta Tomas Barrios Vera – principal cabeça de chave da competição.

Enfrentando o sétimo cabeça de chave, Nick Hardt, 274 do ranking, Orlando Luz caiu em sua estreia no torneio. O tenista dominicano passou pelo brasileiro, que ocupa o 431º posto da ATP, por 7-6 e 6-4 em jogo de poucas quebras.

Enquanto Luz conseguiu de 2-5 no placar no primeiro set, igualar a parcial e forçar o tiebreak, o mesmo não pode ser dito do segundo set. Depois de ter vencido o game decisivo por 7 a 5, Hardt não teve mais o serviço ameaçado e aproveitou a única quebra no quinto game para administrar a vantagem e encerrar o jogo na primeira oportunidade.

Em duelo 100% brasileiro, Matheus Pucinelli confirmou favoritismo contra José Pereira. Pucinelli, que ocupa o 306º posto do ranking, anotou duplo 6-4 o compatriota que é visto como 615 do ranking após conseguir uma quebra em cada set.

Na segunda-feira (25), o torneio contou também com vitórias brasileiras de Gustavo Heide e Eduardo Ribeiro. Os dois se enfrentam na próxima rodada garantindo ao menos um brasileiro nas quartas de final.

Me formei em jornalismo em 2019 pela FACHA - faculdade localizada no Rio de Janeiro. Depois de cursos sem sucesso, me descobri no jornalismo e escolhi estudar com objetivo de seguir o tênis. Estagiei na CNN durante a Olimpíada no Rio, escrevi sobre o esporte em sites colaborativos e não me vejo fazendo outra coisa. Em 2020 fiz pós graduação em jornalismo esportivo e sigo na área desde então passando por colaborações na VAVEL, UOL, Revista Tênis e hoje no Bola Amarela.
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