AVANÇAM. Bélgica e França, finalistas em 2017, regressam aos ‘quartos’ da Davis

As seleções da França, campeã em título, e da Bélgica, finalista vencida em 2017, apuraram-se este domingo para os quartos-de-final da Taça Davis, naquele que foi o último ano em que as equipas finalistas dos anos anteriores tiveram de jogar a primeira ronda da Taça Davis. A partir de 2019, os finalistas terão um bye na primeira ronda.

A formação orientada por Yannick Noah teve uma série de contrariedades, devido às lesões de Jo-Wilfried Tsonga e Lucas Pouille, mas nem por isso se deixou surpreender por uma Holanda inspirada. Adrian Mannarino, chamado de última hora, assumiu o protagonismo para dar o ponto decisivo à França, que venceu por 3-1, ao bater Robin Haase, por 4-6, 7-6(5), 7-5, 6-7(2) e 7-5, em… 4h20 de batalha.

A França desloca-se a Itália na próxima ronda, naquele que será o primeiro duelo desde 1996 entre estes dois históricos europeus.

Em Liége, a Bélgica confirmou todo o favoritismo diante da Hungria, com David Goffin, número sete mundial, a arrumar a questão para os belgas, com um triunfo sobre Marton Fucsovics, a viver o melhor momento da carreira após chegar à segunda semana do Australian Open, por 7-5, 6-4, 3-6 e 6-2, confirmando o triunfo belga por 3-1.

A Bélgica defronta nos quartos-de-final a equipa dos Estados Unidos, num duelo agendado para abril, em solo norte-americano.