Federer ou Nadal? «Nadal. Obviamente»

Pablo Carreno-Busta está de regresso ao Millennium Estoril Open para fazer o que no ano passado não conseguiu por pouco: sagrar-se campeão. Entre encontros, treinos e compromissos com a imprensa, roubamos-lhe alguns minutos para ficarmos a conhecer melhor o finalista do ano passado, depois de termos encostado Pedro Sousa à parede.

Tido como o futuro do ténis do país vizinho, Carreno-Busta não hesitou em tomar partido do tenista espanhol que vai ainda roubando todas atenções: Rafael Nadal. Curiosamente, Nicolas Almagro, jogador que esteve na nossa mira no ano passado, revelou ser, sem qualquer tipo de recato, “team Federer”.

 

 

Sobre o autor
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Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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