A incrível noite de João Domingues em 9 pontos memoráveis

É o encontro de que todos os portugueses falam e que marca de uma forma muito especial a terceira edição do Millennium Estoril Open. João Domingues, número quatro nacional, fez-se valer do seu forte espírito de sacrifício  e do espantoso apoio do público para iluminar e abrilhantar de forma memorável a primeira sessão noturna do torneio português, diante de Kevin Anderson, antigo top-10.

Foram três sets intensos, feitos de jogadas absolutamente incríveis, capazes de fazer tropeçar várias vezes o gigante sul-africano de 2,03 metros, que se fez valer do seu potente serviço para evitar ir definitivamente ao chão.

Na memória ficam, sobretudo, a resiliência e o ténis que saiu da raquete do jogador de Oliveira de Azeméis de 23 anos, 242.º do ranking mundial, nesta sua inédita presença na segunda ronda de uma prova ATP 250.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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