Chuva não trava ambição portuguesa no Open de Vila Real de Santo António
Três dos tenistas que foram peças-chave nos recentes sucessos da Escola de Ténis da Maia, campeã nacional de clubes da I Divisão em 2024 e 2025, estão a competir no 7.º Open Internacional de Ténis de Vila Real de Santo António, torneio integrado no ITF World Tennis Tour (categoria M25).
O mais jovem é João Dinis da Silva, de 18 anos, que iniciou da melhor forma a fase de qualificação, vencendo de forma expressiva o espanhol Víctor Mora Muñoz por 6-0 e 6-1. O maiato vai agora defrontar o quarto cabeça de série do qualifying, o indiano Rohan Mehra. Guilherme Valdoleiros, de 26 anos, tenta repetir o apuramento conseguido em 2024, mas o seu encontro da primeira ronda, frente ao espanhol Cristian Kouchnarev, foi adiado devido à chuva.
O mais conceituado do trio é Francisco Rocha, também de 26 anos, que entrou diretamente no quadro principal e só competirá na terça-feira. Vice-campeão nacional absoluto, Rocha chegou no ano passado aos oitavos de final em singulares e às meias-finais em pares. Tem sido um pilar da equipa da Maia nos cinco títulos consecutivos conquistados, sob a liderança do treinador João Maio, juntamente com nomes como Nuno Borges e Henrique Rocha.
Apesar de a Federação Portuguesa de Ténis ter reservado um wild card para Francisco Rocha, este acabou por não ser necessário, tal como aconteceu com Tiago Cação e Tomás Luís. Os convites da FPT foram atribuídos a João Domingues, João Graça e Hugo Maia, com Domingues a juntar-se a Gastão Elias no quadro principal.
No qualifying, além de João Dinis da Silva, avançaram Francisco Faria, Dino Molokova Ferreira e Tomás Vilaça, todos com vitórias sólidas. Vários encontros ficaram por concluir devido à chuva, incluindo os de Martim Couto, Guilherme Valdoleiros e Gonçalo Marques.
O torneio termina a 15 de fevereiro, distribui 30 mil dólares em prémios e é organizado pelo CTVRSA em parceria com a FPT e a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.
