Diretor do Rio Open admite que a muda para piso rápido pode estar mais próxima
RIO DE JANEIRO. BRASIL. Após o término da 12.ª edição do Rio Open, Luiz Carvalho, diretor do torneio, comentou o encontro com Andrea Gaudenzi, presidente da ATP, sublinhando que a transição para piso duro em 2028 continua a ser o grande objetivo estratégico.
“Da questão da superfície é um pedido antigo, feito há seis ou sete anos junto da ATP. É um processo político, é cíclico, não acontece de um dia para o outro. Confio que estamos a aproximar-nos de um desfecho feliz para concretizar essa mudança”, afirmou. Segundo explicou, a organização tem trabalhado nos bastidores para reforçar o posicionamento do evento: “Queremos que a ATP perceba que a América do Sul é um mercado com enorme potencial. Pode haver regiões onde a economia do ténis gira mais depressa, mas aqui há muito por crescer.”
Carvalho destacou que a presença de Gaudenzi no Rio teve como principal objetivo mostrar o evento no terreno. “O que ele ouviu de nós já não é novidade. Queríamos que vivenciasse o torneio, que sentisse o ambiente.”O presidente da ATP reuniu-se com a direção da IMM e patrocinadores e conheceu a cidade. “Quando se falar do Rio numa reunião de Board, terá uma perspetiva diferente. Creio que ficou muito impressionado.”
Quanto a 2026, admitiu: “Foi uma edição exigente, uma verdadeira montanha-russa”,mas salientou o desfecho positivo, com os títulos de Marcelo Melo/João Fonseca em pares e Tomás Etcheverry em singulares.
