Jessica Pegula: «Tornei me uma jogadora muito melhor nos últimos seis meses»

Por Tomás Almeida - March 10, 2026

Jessica Pegula (atual 5.º WTA) está a viver um momento muito positivo na carreira. A antiga vice-campeã do US Open só perdeu ainda dois encontros desde o arranque da temporada e conta já com 15 triunfos e o título conquistado no WTA 1000 do Dubai.

A norte-americana de 32 anos tem mostrado uma consistência fora do normal e prova disso mesmo são as sete presenças seguidas em meias-finais de torneios do circuito principal. Depois de garantir o apuramento para os ‘oitavos’ de Indian Wells, Pegula confessou o quão difícil é defrontar sempre uma jogadora como Jelena Ostapenko e ainda afirmou estar feliz com o progresso que tem vindo a fazer nestes últimos meses.
DESAFIO DE JOGAR CONTRA OSTAPENKO
É sempre muito difícil, e isso pode ser muito frustrante por causa da maneira como ela consegue acertar bolas vencedoras e tirar tempo do seu jogo. Pode ser realmente complicado. Felizmente, consegui manter o meu serviço no segundo set e encontrar oportunidades para quebrar o serviço dela, mas sim, foi muito difícil. Honestamente, não acho que joguei mal em nenhum momento. Na verdade, acho que joguei muito bem durante toda a partida. Se alguma coisa mudou, foi que consegui elevar o meu nível no final.
ANÁLISE AO ENCONTRO

Estava um pouco mais expressiva do que o normal, demonstrando certa frustração, principalmente no início, porque eu via que ela estava a jogar bem e pensava: ‘Lá vamos nós de novo, vou ter que passar por isto outra vez’. Talvez eu tivesse à espera que ela começasse pior. Não sei, talvez eu pudesse ter fechado o jogo em dois sets. Eu tive que me controlar e me concentrar novamente para que a situação não saísse do controlo, porque senão começaria a afetar tudo. Eu ficava a repetir para mim mesmo que não estava a jogar mal. Eu não sentia que estava jogando mal. Pelo contrário, achei que estava a jogar muito bem. Estava só a deixar escapar algumas oportunidades, algumas quebras de serviço aqui e ali e momentos em que eu poderia ter sido mais agressiva. 

CONDIÇÕES EM INDIAN WELLS

Nos primeiros dias, esteve bastante calor, mais de 30 graus. Quando está mais quente, a bola voa mais rápido e o jogo é mais dinâmico. Quando está mais fresco, as condições ficam um pouco mais lentas. Normalmente, gosto de jogar em climas mais quentes e com condições mais rápidas. E também há o fator vento, que às vezes pode ser muito forte e ter um impacto significativo. Prefiro jogar durante o dia porque treinamos mais nesse período e estou mais acostumada.

UM OLHAR SOBRE A PRÓXIMA RONDA

É uma adversária muito difícil [Belinda Bencic]. Para ser honesta, não tenho um histórico muito bom contra ela. Acho que ainda nem um set lhe ganhei, então será um desafio para mim. Mas quando vi o quadro do torneio, que não tem sido um dos meus melhores no passado, decidi encarar cada partida como um desafio, e estou ansiosa para enfrentar quem quer que seja. Acho que me tornei uma jogadora muito melhor nos últimos seis meses e estou ansiosa para me testar e tentar vencer qualquer uma deles.

  • Categorias:
  • WTA
A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!
Bola Amarela
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.