Doping. Ex-top 5 Errani vê suspensão aumentada pelo TAS

Sara Errani, antiga top 5 mundial, finalista de Roland Garros 2012 em singulares e campeã de todos os Grand Slams em pares, ao lado da sua compatriota Roberta Vinci, viu esta segunda-feira o Tribunal Arbitral do Desporto suspendê-la por mais oito meses, aumentando a suspensão inicial imposta pela Federação Internacional de Ténis (e já cumprida) de dois meses.

A italiana acusou positivo em 2017 depois de alegadamente ter consumido involuntariamente um medicamento da sua mãe, que luta contra o cancro. O TAS acreditou na tese da transalpina, que é sustentada pela baixa quantidade de substância encontrada nas suas análises, mas entendeu que a atitude negligente de Errani merecia uma punição maior.

A antiga top 5 WTA vai agora recorrer da decisão para o Tribunal Federal Suíço, que poderá suspender a banição até que decisão final em relação ao seu recurso seja tomada. Há também a possibilidade de este novo período de suspensão ser aplicado de forma retroativa, obrigado a italiana a devolver os pontos e o dinheiro dos 10 meses seguintes à primeira suspensão, mas permitindo-lhe que ela possa continuar a competir no circuito.

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