Radwanska otimista para a temporada 2018: «Não pode ser pior do que esta»

O bom de se ter uma temporada má é que é difícil fazer pior. É com essa visão que Agnieszka Radwanska vai olhando para o ano que se avizinha, depois de um 2017 muito aquém do que polaca nos habituou, em que venceu apenas 25 encontros e alcançou não mais do que uma final, em Sydney, já lá vai quase um ano.

“Foi um ano difícil”, começou por dizer a jogador de 28 anos ao site Sport 630. Sofri com as lesões e também com uma virose. Foi muito difícil jogar os Grand Slams sem a preparação adequada. Estava a rezar para que a temporada acabasse e para poder começar do zero. Vamos ver o que é vai acontecer no próximo ano, mas não pode ser pior do que este ano”, ressalvou a atual número 28 mundial, que terminou oito das últimas dez temporadas no top 10.

A lesão no pé direito, que contribuiu para o fraco aproveitamento, está a recuperar a bom ritmo. “Fisicamente, estou bem, estou saudável. O meu pé também está muito melhor do que antes. Tenho vindo a trabalhar nisso”, frisou, revelando que tem acrescentado novos exercícios aos seus treinos, nomeadamente corrida na praia. “É doloroso, mas é muito bom quando fazemos coisas novas”.

Depois de tantos anos no circuito, acabamos por praticar as mesmas coisas milhares de vezes. Ainda vou ter mais algumas sessões na praia, vamos ver se vou sobreviver”, gracejou Radwanska, que subiu recentemente ao altar.

 

 

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Artigo escrito ou editado pela equipa de redação.

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