Já viu como vai ficar o Philippe Chatrier com teto?

Nem teimosia, nem conservadorismo, as razões para o Court Philippe Chatrier ser como que o “sem-abrigo” dos Grand Slams, por ser o único dos palcos principais dos torneios Major a não exibir cobertura amovível são (ou melhor, eram) apenas e só de carácter legal, mas estão ultrapassadas.

A luz verde para a ampliação do complexo foi dada pelo tribunal em outubro do ano passado, depois de uma acérrima batalha legal entre os ambientalistas que defendiam a manutenção do Bosque de Auteuil, e é desta que Roland Garros vai receber um teto no maior court que ostenta, seguindo os passos dos seus congéneres –  Rod Laver Arena (Open da Austrália), Centre Court (Wimbledon) e Arthur Ashe Stadium (Open dos Estados Unidos).

As obras não vão estar terminadas antes de 2020, mas o resultado final pode ser já apreciado, num vídeo partilhado no Twitter oficial do torneio gaulês, que este ano se realiza entre 29 e 11 de maio.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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