Brilho de Guga chega ao Cristo Redentor

Quando forem 20h30 no Brasil, meia-noite e meia em Portugal Continental, o Cristo Redentor vai iluminar-se de azul e amarelo, as cores que Gustavo Kuerten envergava quando derrotou Sergi Bruguera e se sagrou campeão de Roland Garros, em 1997.

A iniciativa é da Arquidiocese do Rio de Janeiro e da Federação Francesa de Ténis, numa altura em que passam exatamente 20 anos desde que o jogador brasileiro, então com 20 anos, surpreendeu o mundo ao ser coroado na ‘catedral’ da terra batida pela primeira vez (viria a repetir o feito em mais duas ocasiões – 2000 e 2001).

“Foi a maior façanha da minha vida”, reconheceu Guga, em entrevista ao Ténis Brasil. “Ainda dentro do court já tinha na cabeça que esse troféu iria ser meu. A maneira como entro no court contra o Bruguera dá para ver que estou lá para ser campeão”, acrescentou.

Em Paris por estes dias, onde vai ser homenageado pelo International Tennis Hall of Fame, antes da final masculina, no domingo, Kuerten vai assistir à cerimónia realizada no maior ícone do Rio de Janeiro à distância.

Sobre o autor
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Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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