Roger Federer: «Os meus filhos não sabem se sou melhor do que o Stan»

Idolatrado por meio mundo e considerado um dos melhores da história da modalidade pela outra metade, Roger Federer não passa de um vulgar jogador quando fecha a porta do circuito e abre a de sua casa. Charlene e Myla, de seis anos, e Leo e Lenny, de 15 meses, não fazem ideia do prestigiado e exclusivo lugar que o seu pai ocupa na história da modalidade, conforme admitiu o próprio suíço de 33 anos ao jornal Blick.

“Nós percebemos a diferença entre um treino e um encontro, entre ganhar e perder, mas eles pensam que são apenas outros papás a jogar ténis”, começou por dizer o número dois mundial. “Não fazem ideia se sou bom ou mau. Não sabem, por exemplo, se sou melhor do que o Stan [Wawrinka] ou vice-versa”.

Um estatuto doméstico muito pouco digno, aquele que o campeoníssimo suíço ocupa em sua casa, mas que em nada o preocupa: “não tem qualquer importância. Se fosse importante para eles, eu explicava-lhes que existem rankings”.

Chocado por enfrentar Leo Mayer

Federer faz a sua estreia no US Open 2015 esta terça-feira, onde tem encontro marcado com o argentino Leonardo Mayer, com quem treinou momentos antes do sorteio que ditou o embate entre os dois. “Se soubesse que iríamos jogar um contra o outro, não teria treinado com ele. Ainda não estava definido, foi um choque”, confessou o helvético.

Sobre o autor
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Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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