OFICIAL: Cronómetro avança já na Austrália e Grand Slams voltam a ter apenas 16 cabeças-de-série

O futuro… é mesmo agora. O Grand Slam Board reuniu na semana passada em Londres e aprovou uma série de medidas que terão efeitos práticos já a partir do próximo Australian Open, com destaque para o cronómetro que contabiliza 25 segundos entre serviços e que já havia sido testado tanto no US Open (na fase de qualificação e nos juniores) como nas recentes ATP NextGen Finals.

O período de aquecimento pré-encontro e a redução do número de cabeças-de-série foram outras das medidas em cima da mesa, sendo que esta última não avançará já em 2018. Pretende-se que seja instaurada… em 2019.

Eis as medidas tomadas pelo Grand Slam Board:

  • O cronómetro dos 25 segundos será instalado no court. Os Grand Slams passam a permitir 25 segundos entre serviços – tal como os torneios ATP e WTA – ao contrário dos 20 segundos anteriormente permitidos.
  • O tempo de aquecimento deve ser cumprido. Cada jogador tem 1 minuto para estar pronto entre a entrada em court e o encontro à rede com o árbitro e após o aquecimento de cinco minutos tem apenas mais um minuto para iniciar o encontro.
  • Se um jogador desistir já no local do torneio antes da primeira ronda, tem direito a receber metade do prize-money. O lucky-loser, nesse caso, recebe a outra metade.
  • Se um jogador entrar em campo e desistir na primeira ronda, ou apresentar condições competitivas abaixo do esperado, pode ser multado até ao valor do prize-money da primeira ronda.
  • A partir de 2019, pretende-se voltar a instalar o sistema de 16 cabeças-de-série nos Grand Slams. Em 2018, ainda serão 32.
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Artigo escrito ou editado pela equipa de redação.

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