Dimitrov recorda batalha com Nadal em Melbourne: «Como é que eu perdi aquele encontro?»

Como que um prenúncio de que 2017 seria a sua melhor época da carreira, Grigor Dimitrov atingiu há um ano a melhor marca em torneios do Grand Slam, ao alcançar as meias-finais em Melbourne Park. Em bom rigor, o búlgaro esteve a ‘isto’ de alcançar a primeira final, mas do outro lado estava um Rafael Nadal capaz de deitar a Rod Laver Arena abaixo para voltar às grandes decisões.

Depois de cinco sets disputados a elevada intensidade, o espanhol seguiu para o derradeiro encontro com Roger Federer e Dimitrov seguiu embalado, motivado e otimista para uma época que terminou consigo na terceira posição do ranking mundial. “Aprendi muito com aquele encontro”, disse o búlgaro de 26 anos aos jornalistas, em Melbourne.

“Vi o encontro praticamente todo no dia seguinte e pensei, ‘como é que eu perdi este encontro? Fiz tudo bem’. Mas ele encontro uma forma de conseguir ganhar”, relembra Dimitrov, fazendo figas para que comece a temporada da mesma forma que terminou a passada.

“Terminei o ano muito forte. Fisicamente sentia-me muito bem, isso ajuda a começar o ano em boas condições. A minha pré-temporada foi bastante curta, queria ter mais algumas semanas para treinar e nem estou a falar sobre descanso”, continuou o campeão do ATP World Tour Finals.

Agora no pódio do ranking mundial, Dimitrov faz por não dar demasiada importância ao seu elevado estatuto, preferindo focar-se no que tem de fazer para continuar a vencer. “É diferente quando olho para o ranking e vejo o número três, mas não gosto de pensar dessa maneira. Não significa nada. Obviamente que estou feliz e entusiasmado com que o que consegui, mas estamos num ano novo e num novo torneio“, salientou.

Dimitrov tem como primeiro adversário nesta edição do Open da Asutrália o austríaco Dennis Nocak, 223.º da tabela classificativa”

 

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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