Apostador ganha mais de 180 mil euros com vitória de Roger Federer em Wimbledon

É bastante comum depois de grandes eventos desportivos, seja eles de ténis ou de qualquer outro desporto, ouvirmos histórias de apostador que ‘deram tudo’ naquele palpite louco que, no fim de contas, se veio a revelar bastante certeiro. A vitória de Roger Federer em Wimbledon não seria o prognóstico mais impossível de sempre, mas não foi qualquer um que apostou qualquer coisa como 50 mil libras, mais de 57 mil euros, em como o suíço sairia do All England Club com o seu oitavo troféu. No fim de contas, o lucro foi considerável.

George é o nome do responsável de uma empresa de tecnologia financeira em Londres e de alguém que, pelos vistos, confia muito no jogo de Roger Federer, tanto que o levou a apostar uma quantidade bastante considerável no seu triunfo em Wimbledon. “A minha aposta deu-se numa saída à noite entre homens. Estou envergonhado de admitir, mas vendo-o nesta temporada senti-me bastante confiante que ele podia ir até ao fim. Tendo vencido os três maiores torneios que disputou nesta temporada, parecia-me que ele estava pronto para ganhar Wimbledon”, disse George ao “Telegraph”.

Parecia, e parecia bem. Roger Federer não só venceu Wimbledon pela oitava vez como o fez sem perder qualquer set no caminho, valendo a George uma quantia de 162 mil libras, ou quase 185 mil euros. “Não o faço muitas vezes”, disse o felizardo sobre as suas rotinas de apostas, “mas quando o faço é bem feito”. Feitas as contas, o britânico, que viu precisamente a final de Wimbledon no Centre Court com a namorada, terá apostado com uma odd de 3,24 libras.

Agora, resta descobrir onde é que George vai aplicar o lucro que teve com esta ‘brincadeira’, mas pelos vistos parece já haver um destino para o dinheiro: “agora provavelmente vou ter de pedir a minha namorada em casamento, caso contrário ela vai deixar-me assim que descobrir quanto é que eu investi em tudo isto!”. 

Sobre o autor
- Licenciado em Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa. Jornalista da GQ Portugal e colaborador do Bola Amarela desde novembro de 2011, pouco tempo depois de começar a seguir mais atentamente o mundo do ténis. Pretende nunca mais parar.

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