Gastão Elias: «Nem eu nem o García López somos especialistas de relva. É uma ronda possível»

Gastão Elias confessou à Agência Lusa, em vésperas de Wimbledon que vai encarar a participação no terceiro torneio do Grand Slam do ano da forma mais positiva possível e em busca do primeiro triunfo no quadro principal da prova londrina. Após um mês e meio sem competir devido a uma lesão no ombro, Elias, 118.º do mundo, conseguiu entrar no quadro principal de Wimbledon pela terceira vez, depois de 2013 e 2016, anos em que perdeu na primeira ronda.

“Por isso [lesão], vou encarar este Wimbledon da maneira mais positiva possível, sempre a acreditar que é possível. Mas também tenho a noção que possa não estar nas melhores condições em termos de ritmo de jogo”, referiu.

Sabendo que essa falta de ritmo pode fazer “com que seja mais complicado” fazer um bom resultado, Gastão Elias diz estar “concentrado em tentar fazer um bom início de partida, que vai ser essencial para ganhar confiança e conseguir fazer um bom jogo”.

Na primeira ronda, o tenista português vai encontrar o espanhol Guillermo García-López, 68.º do ‘ranking’, a quem venceu nos dois encontros anteriores em torneios ATP, mas sempre em terra batida. “Obviamente que é um adversário duríssimo, que tem como superfície favorita a terra batida, eu também. Portanto posso dizer que não somos especialistas neste tipo de piso [relva]. Acho que é uma ronda possível. Se conseguir entrar bem no jogo, acho que posso fazer um bom resultado. “Seria ótimo conseguir a minha primeira vitória este ano””, referiu.

O encontro vai acontecer na segunda-feira.