Murray tem favorito para Melhor Jogador da FIFA: «Tem de ser o Cristiano Ronaldo»

Desmente que tenha estado tão perto de virar jogador da bola como se vai apregoando, apesar de ter sido chamado pelo Rangers Football Club depois de um primeiro teste, quando era ainda o miúdo ruivo e franzino que mal saía de Dunblane, na Escócia, mas Andy Murray é, inegavelmente, um jogador com estreitas e afortunadas relações com a relva.

O duas vezes campeão de Wimbledon, três, se contarmos com medalha de ouro olímpica que arrecadou igualmente na imaculada superfície relvada dos subúrbios de Londres, não tira os olhos do mundo das chuteiras, sobretudo quando não tem os pés no court. Ao ponto de já ter confessado que “gostava de fazer alguma coisa no futebol” quando o ténis ficar arrumado.

Mas mais devagar. Por agora, enquanto prepara o regresso à competição, agendado para janeiro de 2018, o papel do britânico de 30 anos no futebol resume-se a ler, a assistir e a opinar, sem imparcialidades politicamente corretas, sobre o que vai acontecendo nesse universo paralelo ao ténis.

Vejamos. Melhor treinador? “Zinedine Zidane”. Melhor jogadora do ano? “Carli Lloyd”. Prémio de Melhor Jogador de 2017? Fácil: “Tem de ser o Cristiano Ronaldo em primeiro”, apontou Murray, em entrevista ao site da FIFA.

“Venceu a Liga Espanhola e a Liga dos Campeões e marcou um monte de golos em ambas as competições, para ajudar a sua equipa a conquistar os objetivos. Acho que marcou dez golos dos quartos-de-final para a frente na Liga dos Campeões, o que é inacreditável”, elogiou o ex-número um mundial.

Cristiano Ronaldo concorre para “Melhor Jogador de 2017 da FIFA” (ou simplesmente “The Best”) juntamente com Leonel Messi e Neymar, sendo que veredicto final vai ser anunciado no dia 23 deste mês de outubro, em Londres. O Internacional português já venceu em duas ocasiões.

 

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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