Edição deste ano de Roland Garros com recordes de assistência

A edição de 2017 de Roland Garros não foi apenas histórica pelo décimo triunfo de Rafael Nadal ou pela vitória da ‘não cabeça-de-série’ Jelena Ostapenko, o número de espectadores durante o evento também atingiu recordes. Foram três semanas (incluindo os qualifyings) onde 472.000 pessoas se deslocaram ao recinto parisiense para assistir aos diversos encontros disputados, batendo os números de 2015 (456.000), o anterior recorde.

Em conferência de imprensa, o diretor de Roland Garros, Guy Forget, falou das primeiras conclusões acerca desta edição, começando por abordar o facto de o primeiro domingo de prova não ter tido grandes cabeças-de-cartaz. “Nós enfrentamos esse problema muitas vezes no passado. Roger Federer e Jo-Wilfried Tsonga pediram-nos para jogar no primeiro domingo, porque o tempo até nem estava mau. Daí que pensássemos em adicioná-lo ao calendário”, refere Forget.

“No entanto alguns jogadores preferiam começar mais tarde, até mesmo na quarta-feira. É muito difícil mudar os hábitos dos tenistas e nós queremos ir ao encontro das suas pretensões”, explica. “Este ano poderíamos ter tido encontros mais importantes no domingo. No próximo ano tentaremos isso. Vamos falar com os jogadores, agentes, treinadores e vamos dizer-lhes que se estão cá quatro dias antes do torneio, não há razão para começarem a jogar tão tarde”.

Outra questão abordada foi a decisão de dividir as meias-finais masculinas em duas sessões, como forma de garantir uma boa afluência em ambas as partidas. “Em 2013, por exemplo, depois das mais de quatro horas de encontro entre Rafael Nadal e Novak Djokovic, pouca gente assistiu ao duelo entre Jo-Wilfried Tsonga e David Ferrer. Não é agradável assistires ao encontro pela televisão e veres tantos lugares vazios”, argumenta Forget, reforçando que separar as sessões foi a solução encontrada.

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