Djokovic feliz por «poder dormir na própria cama, para variar»

Seja pelo clima, pela paisagem ou pela tranquilidade que encontram naquele naquele pedaço de paraíso chamado Mónaco, o torneio de Monte Carlo é um dos predilectos de muitos dos jogadores do circuito. Novak Djokovic deixou isso claro este sábado à noite durante a festa dos jogadores da prova Masters 1000, destacando razões que vão muito para lá do óbvio.

“Estar em casa e jogar um torneio que está a três, quatro minutos a pé de onde moro, literalmente, deixa-me muito feliz e satisfeito”, disse o número um mundial, que vive no Pincpado do Mónaco há vários anos. “É uma semana especial. Uma das semanas mais especiais para mim, porque posso estar com a minha família e posso dormir na minha própria cama, para variar”, acrescentou.

Pivilégios que não terminam mesmo quando coloca os pés fora de casa, seja para participar na Plyers Party ou para meter mãos à obra. “É um espaço muito elegante e exclusivo e muitos jogadores vêm mais cedo para aproveitarem este maravilhoso lugar. Todos os melhores jogadores do mundo estão aqui. É um torneio muito forte, tem sido durante muito anos”.

Bicampeão do torneio que marca o arranque da temporada de terra batida para grande parte do circuito masculino, o sérvio de 28 anos diz-se entusiasmado com a semana que se avizinha. “Estou anioso. Não tive muito tempo para fazer a transição para a terra batida, mas não é a primeira vez e espero o melhor”.

Interview de Novak Djokovic à la Launch Party au Zelo’s #MCRM2016

Publicado por Monte-Carlo Rolex Masters (Official) em Domingo, 10 de Abril de 2016

Djokovic tem como primeiro adversário na terra batida esta temporada o vencedor do encontro entre o checo Jiri Vesely e o russo Teymuraz Gabashvili.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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