A mansão milionária de Federer está pronta

Por Susana Costa - Janeiro 16, 2015

Num dia somos quatro, no dia seguinte… seis. A vida lembra-se de pregar destas partidas, à espera de nos ver dar uns valentes trambolhões, mas esquece-se de que há quem não tenha feito outra coisa na vida senão lidar com imprevistos dentro do court e esteja sempre pronto a fazê-lo fora de linhas. Repetidamente, se necessário for.

É certo que Roger Federer chegou a anunciar o nascimento dos gémeos Leo e Lenny como sendo um “milagre”, mas não se ouse pensar que a notícia o deixou alarmado por muito tempo. Habituado a tomar inúmeras decisões em períodos temporais ínfimos, Federer não se atrapalhou quando, em vez de uma, surgiram duas bolas do seu lado do court.

Um jogo de pés ligeiro e uma mente esclarecida são determinantes em casos destes e o suíço sabe-o melhor do que ninguém. Surpresa ultrapassada, foi tempo de fazer contas à vida e perceber que se havia um problema a precisar de ser superado, ele prendia-se com o tamanho do campo. Com quatro usa-se o corredor de pares, com seis terá de se tomar medidas mais drásticas.

E é precisamente de medidas que se trata. De repente, o ninho Federer deixou de ter o tamanho condizente com uma família com três pares de gémeos(!), já que o tenista suíço e a sua esposa Mirka não só são pais de dois pares de gémeos como tios de mais uma parelha deles (Diane, irmã de Federer, tem um casal de gémeos com quatro anos).

Portanto, o resultado não podia ser outro: gémeos novos, casa nova. Três andares, seis quartos, uma piscina, vista sobre o Lago de Zurique e um preço a rondar os 10 milhões de euros. A construção da nova residência do helvético e da sua família, situada em Wollerau, no Cantão suíço de Schwyz, começou no início do ano e, segundo a imprensa suíça, está finalmente pronta!

Os trabalhos de construção:

O resultado final:

Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tal que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo e um Secundário dignamente enriquecido com caderno cujas capas ostentavam recortes de jornais do Lleyton Hewitt. Entretanto, ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.